Curitiba ganha R$ 400 milhões em obras viárias: o que muda na sua rota
Estado e Prefeitura anunciam trincheiras e viadutos para desafogar trânsito; confira o cronograma
A capital recebe novo pacote de investimentos em infraestrutura. Três grandes obras viárias começam em fevereiro e junho, com foco em desafogamento de tráfego e ligação com o litoral.
Se você usa diariamente a Linha Verde, a Marechal Floriano Peixoto ou o acesso para a BR-277, pode se preparar: mudanças estão vindo. O Governo do Estado e a Prefeitura de Curitiba anunciaram nesta semana um pacote de R$ 400 milhões em obras viárias que promete mexer significativamente no fluxo da cidade. A maior delas é a trincheira do Jardim Botânico, que vai custar R$ 67,9 milhões e melhorar o acesso à rodovia em direção ao litoral.
O calendário começa logo. As trincheiras da Linha Verde têm lançamento previsto para o início de fevereiro. Ao mesmo tempo, sai a licitação para o trinário (sistema de viadutos) na Marechal Floriano Peixoto, que vai cortar a Linha Verde para desafogar essa via tão congestionada. Já a trincheira do Jardim Botânico entra em obras em junho, após licitação no mês anterior. Se você trabalha ou mora nessas regiões, vale acompanhar os editais públicos e se preparar para os incômodos inevitáveis das obras.
O governador Carlos Massa Ratinho Junior destacou que essas intervenções respondem a antigas demandas da capital. "São obras que há muito tempo necessitavam ser feitas", disse. O prefeito Eduardo Pimentel completou, reforçando que a partir de junho a cidade terá quase R$ 400 milhões em investimentos com recursos do Estado — dinheiro que não sai do cofre municipal. Trata-se, portanto, de um alívio financeiro para Curitiba, que pode investir em outras áreas.
Do ponto de vista prático: essas trincheiras (passagens subterrâneas) e o novo sistema de viadutos existem justamente para resolver o problema que todo curitibano conhece bem — o cruzamento de múltiplas vias gerando gargalos. Se funcionarem como planejado, devem reduzir congestionamentos e melhorar o tempo de deslocamento entre a capital e o litoral, além de aliviar o trânsito interno nas rotas mais usadas.
Vale ficar atento aos prazos e aos avisos sobre interdições parciais. Obras dessa envergadura costumam gerar transtornos temporários, mas o resultado — se bem executado — transforma a mobilidade urbana. O próximo passo é acompanhar como os projetos saem do papel.
Com informações de www.parana.pr.gov.br (fonte no link).