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Coluna de Opinião

Curitiba ganha unidade de cuidados continuados e ambulâncias para reforçar saúde pública

SUS amplia capacidade assistencial na capital; dez municípios do Paraná recebem veículos e equipamentos

Marina Tavares ·2 min
Curitiba ganha unidade de cuidados continuados e ambulâncias para reforçar saúde pública
Foto: bastidoresdopoder.com.br

A saúde pública de Curitiba acaba de ganhar um reforço importante: uma nova unidade de cuidados continuados começa a atender pacientes do SUS. A ação faz parte de uma ampliação da rede de assistência que também beneficia outros dez municípios do Paraná com ambulâncias e unidades odontológicas móveis

A ideia por trás dessa expansão é simples, mas funcional: desafogar os leitos hospitalares de maior complexidade deixando-os livres para quem realmente precisa deles. Enquanto isso, pacientes que necessitam de cuidados continuados — aqueles que saem da internação mas ainda precisam de acompanhamento especializado — ganham um lugar adequado para essa transição. O secretário-executivo do Ministério da Saúde, Adriano Massuda, resumiu bem o ganho: “organiza melhor o fluxo de pacientes na rede, garantindo que cada pessoa tenha acesso ao cuidado adequado à sua necessidade”.

Além da nova unidade em Curitiba, a capital também recebeu um veículo para ser utilizado nos serviços de saúde do município durante visita técnica à Santa Casa. Não é pouca coisa quando se pensa em mobilidade da assistência na cidade.

Mas a conta não fica só por Curitiba. Dez ambulâncias Tipo A estão sendo entregues a municípios como Arapongas, Araucária, Cambé, Campina Grande do Sul, Campina da Lagoa, Campo Largo, Cantagalo, Castro e Colombo. Já as Unidades Odontológicas Móveis (UOMs) — equipamentos que levam atendimento odontológico até comunidades mais distantes — vão para dez cidades menores: Tapira, Enéas Marques, Pinhalão, Ipiranga, Campo do Tenente, Porto Barreiro, Arapuã, Godoy Moreira, Jardim Alegre e Marquinho.

Para quem depende do SUS, isso significa mais acesso e menos tempo de espera. Para os gestores municipais, significa reforço na estrutura de saúde sem ter que arcar sozinhos com investimentos altos em infraestrutura e equipamentos.

Com informações de bastidoresdopoder.com.br (fonte no link).

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