Gaeco mira fraude de R$ 27 milhões em compra de livros e desvios na saúde em Mato Grosso do Sul
Operação Gutenberg cumpre 16 prisões preventivas e 43 buscas em três estados contra organização que teria condicionado exames e cirurgias à compra de material didático
O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público de Mato Grosso do Sul (MPMS) deflagrou nesta semana a Operação Gutenberg, contra um esquema de corrupção infiltrado em órgãos públicos do estado. Segundo o MPMS, a organização criminosa teria recebido dos cofres públicos valores que ultrapassam R$ 27 milhões. Foram cumpridos 16 mandados de prisão preventiva e 43 mandados de busca e apreensão em três estados, com alvos em Campo Grande, Dourados, São Gabriel do Oeste, Caarapó, Corguinho e Porto Murtinho (MS), além de São Paulo (SP) e Abadiânia (GO). A investigação aponta os crimes de fraude a licitações, corrupção ativa e passiva, lavagem de dinheiro e outros delitos contra a administração pública. De acordo com os promotores, o grupo usava servidores cooptados para manipular contratações diretas de livros paradidáticos e teria explorado agentes da área de saúde para condicionar a autorização de exames, cirurgias e até a liberação de vagas de leitos hospitalares à compra do material didático fornecido pela organização. A operação foi liderada por empresários que mantinham contratos ativos em diversos municípios.
O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público de Mato Grosso do Sul (MPMS) deflagrou nesta semana a Operação Gutenberg, contra um esquema de corrupção infiltrado em órgãos públicos do estado. Segundo o MPMS, a organização criminosa teria recebido dos cofres públicos valores que ultrapassam R$ 27 milhões. Foram cumpridos 16 mandados de prisão preventiva e 43 mandados de busca e apreensão em três estados, com alvos em Campo Grande, Dourados, São Gabriel do Oeste, Caarapó, Corguinho e Porto Murtinho (MS), além de São Paulo (SP) e Abadiânia (GO).
A investigação aponta os crimes de fraude a licitações, corrupção ativa e passiva, lavagem de dinheiro e outros delitos contra a administração pública. De acordo com os promotores, o grupo usava servidores cooptados para manipular contratações diretas de livros paradidáticos e teria explorado agentes da área de saúde para condicionar a autorização de exames, cirurgias e até a liberação de vagas de leitos hospitalares à compra do material didático fornecido pela organização. A operação foi liderada por empresários que mantinham contratos ativos em diversos municípios.
Fonte: Ministério Público de Mato Grosso do Sul (MPMS/Gaeco).