MPMG e PM deflagram Operação Quione contra facção ligada ao Comando Vermelho
Gaeco da Zona da Mata cumpre 70 mandados em Minas e no Rio contra grupo acusado de tráfico, homicídios e controle territorial
O Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), por meio do Gaeco da Zona da Mata, e a Polícia Militar de Minas Gerais deflagraram na manhã de quinta-feira (9) a Operação Quione, para desarticular uma organização criminosa interestadual ligada à facção Comando Vermelho. Ao todo são 70 mandados judiciais: 27 de prisão preventiva e 43 de busca e apreensão, cumpridos nas cidades mineiras de Leopoldina, Recreio, Argirita, Cataguases e Além Paraíba, além do estado do Rio de Janeiro. Participam da ação cerca de 150 policiais militares, sete promotores de Justiça e servidores do MPMG, com apoio do Centro de Segurança e Inteligência (CSI) do Ministério Público do Rio de Janeiro. Segundo o MPMG, o grupo atua no tráfico de drogas, no porte e circulação de armas de uso restrito e em homicídios, e exercia o controle de comunidades por meio de violência, ameaças, imposição de regras de convivência e punições a moradores. As investigações identificaram episódios graves de tortura, espancamentos, ataques a rivais e monitoramento de policiais. As diligências que antecederam a operação já haviam resultado na apreensão de mais de cinco mil porções de drogas, quatro fuzis e diversos carregadores de armas de fogo.
O Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), por meio do Gaeco da Zona da Mata, e a Polícia Militar de Minas Gerais deflagraram na manhã de quinta-feira (9) a Operação Quione, para desarticular uma organização criminosa interestadual ligada à facção Comando Vermelho.
Ao todo são 70 mandados judiciais: 27 de prisão preventiva e 43 de busca e apreensão, cumpridos nas cidades mineiras de Leopoldina, Recreio, Argirita, Cataguases e Além Paraíba, além do estado do Rio de Janeiro. Participam cerca de 150 policiais militares, sete promotores e servidores do MPMG, com apoio do Centro de Segurança e Inteligência (CSI) do Ministério Público do Rio de Janeiro.
Segundo o MPMG, o grupo atua no tráfico de drogas, no porte e circulação de armas de uso restrito e em homicídios, exercendo o controle de comunidades por meio de violência, ameaças e punições a moradores. As investigações identificaram episódios de tortura, ataques a rivais e monitoramento de policiais.
As diligências anteriores já haviam resultado na apreensão de mais de cinco mil porções de drogas, quatro fuzis e diversos carregadores.