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Argentina fecha julho com superávit comercial de US$ 2,115 bilhões, o 32º mês seguido no azul

Exportações somaram US$ 8,854 bilhões, alta de 14,1% em um ano, puxadas por combustíveis e energia; importações caíram 1,7%, segundo o Indec

Redação Voz Conectada ·1 min
Argentina fecha julho com superávit comercial de US$ 2,115 bilhões, o 32º mês seguido no azul
Foto: MIKEMDP (CC BY-SA 4.0) — Wikimedia Commons

A balança comercial argentina registrou superávit de US$ 2,115 bilhões em julho, o maior já apurado para o mês na série histórica e o 32º resultado positivo consecutivo. Os números foram divulgados nesta quinta-feira (20) pelo Instituto Nacional de Estadística y Censos, o Indec.

As exportações totalizaram US$ 8,854 bilhões, alta de 14,1% em relação a julho de 2025, enquanto as importações somaram US$ 6,739 bilhões, queda de 1,7%. O intercâmbio comercial de bens — soma de vendas e compras externas — chegou a US$ 15,593 bilhões, avanço de 6,7% em um ano. O saldo do mês supera em US$ 1,208 bilhão o registrado no mesmo período do ano passado, quando a Argentina havia fechado com US$ 907 milhões de superávit.

O motor do resultado é a energia. As vendas externas de combustíveis e energia cresceram cerca de 98% em doze meses, impulsionadas pela produção de petróleo e gás de Vaca Muerta, na província de Neuquén. Nos sete primeiros meses de 2026, as exportações argentinas somam US$ 58,365 bilhões, alta de 22,9% sobre igual período de 2025, e as importações caem 3,5%, para US$ 42,286 bilhões — um superávit acumulado de US$ 16,080 bilhões, contra US$ 3,669 bilhões um ano antes.

Do lado das compras, a retração se concentra em bens de capital, que recuaram 7,7% em valor, dado que costuma indicar menor ritmo de investimento produtivo.

Fonte: Indec (Instituto Nacional de Estadística y Censos).

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