Segundo turno: quem faltou no primeiro pode votar no dia 25, mas precisa justificar a ausência; multa é de R$ 3,51
No Paraná, o eleitor escolhe só o presidente: o governo foi definido no primeiro turno
Quem não votou em 4 de outubro pode votar no segundo turno, no domingo (25), das 8h às 17h, mas a falta ao primeiro turno continua exigindo justificativa ou multa de R$ 3,51.
Quem não foi votar no primeiro turno, em 4 de outubro, pode votar normalmente no segundo, no domingo, 25, das 8h às 17h, no horário de Brasília, desde que o título esteja regular. O que não some é a pendência: a falta ao primeiro turno continua exigindo justificativa ou o pagamento de multa de R$ 3,51 por turno.
No Paraná, só o voto para presidente
O Paraná já definiu o governo no primeiro turno: Sergio Moro (PL) foi eleito governador, resultado confirmado pelo TRE-PR. Por isso, no domingo, o eleitor paranaense, inclusive o de Foz do Iguaçu, escolhe apenas entre os dois candidatos à Presidência que foram ao segundo turno: Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL).
Como justificar a ausência
- No dia da eleição: pelo aplicativo e-Título ou com o Requerimento de Justificativa Eleitoral (RJE), entregue em uma mesa receptora de votos ou de justificativas, das 8h às 17h. Quem opta pelo RJE precisa de documento oficial com foto. Na justificativa feita no dia, não é preciso comprovar o motivo.
- Depois da eleição: em até 60 dias após cada turno, pelo e-Título, pelo Título Net ou em qualquer cartório eleitoral, anexando documento que comprove o motivo da falta.
Prazos e multa
O prazo para justificar a ausência no primeiro turno vai até 3 de dezembro. Para o segundo turno, vai até 8 de janeiro de 2027. Cada turno exige uma justificativa separada: quem faltou aos dois precisa justificar duas vezes. Se o prazo passar, além de regularizar a situação, o eleitor paga a multa de R$ 3,51 por turno.
A abstenção do primeiro turno
No primeiro turno, mais de 33,4 milhões de eleitores deixaram de ir às urnas, o equivalente a 21,08% do eleitorado, segundo a Agência Brasil. É a maior taxa desde 1998, quando a abstenção foi de 21,5%.
Fontes: Tribunal Superior Eleitoral (orientações sobre justificativa e calendário do segundo turno), Agência Brasil (5/10/2026) e TRE-PR (resultado do governo do Paraná, em 4/10/2026).