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Zema lança jingle com vídeo de IA que mostra Lula e ministros do STF em uniforme de presidiário

Candidato do Novo à Presidência publicou no sábado (22) uma paródia de forró em que Alexandre de Moraes e Gilmar Mendes aparecem dançando dentro de uma cela; peça retoma o conceito dos "intocáveis"

Redação Voz Conectada ·2 min
Zema lança jingle com vídeo de IA que mostra Lula e ministros do STF em uniforme de presidiário
Governo do Estado de São Paulo / Wikimedia Commons (CC BY 4.0)

O candidato do Novo à Presidência, Romeu Zema, divulgou no sábado (22) o jingle de sua campanha acompanhado de um videoclipe produzido com inteligência artificial em que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e os ministros do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes e Gilmar Mendes aparecem com uniforme de presidiário, dançando dentro de uma cela.

A música é uma paródia de “O nome dela é Jennifer”, de Gabriel Diniz, transformada em “O nome dele é Zema”. O refrão diz: “O nome dele é Zema, eu encontrei ele em Minas. Ele é meu presidente. Vai acabar com o PT”. Ao longo da animação, a peça enfileira as bandeiras que o ex-governador de Minas Gerais vem usando na campanha: o escândalo dos descontos no INSS, as denúncias contra Luís Fábio da Silva, o Lulinha, a alta no preço dos alimentos e o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra.

Em outro trecho, o personagem rasga cartazes do “Jogo do Tigrinho” — referência à proposta de Zema de acabar com as bets — enquanto uma boneca que lembra a influenciadora Virgínia Fonseca aparece surpresa.

O vídeo retoma o conceito dos “intocáveis”, expressão que o candidato usa para atacar o que considera privilégios de integrantes da cúpula política e do Judiciário. Não é a primeira peça do tipo: em maio deste ano, o ministro Gilmar Mendes moveu ação por calúnia contra Zema por uma série anterior de vídeos que também retratavam ministros do STF. A campanha aposta em produção audiovisual gerada por inteligência artificial num ano eleitoral em que o uso da tecnologia na propaganda política está sob escrutínio da Justiça Eleitoral.

Fonte: Gazeta do Povo.

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