Bolsonaro divulga carta em apoio a Flávio como pré-candidato à Presidência e pede união da direita
Em transmissão no sábado (11), Flávio Bolsonaro leu carta do pai que o chama de 'meu porta-voz no qual confio' e 'melhor opção' para 2026, em meio a tensões no PL.
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) leu, em transmissão nas redes sociais no sábado (11), uma carta atribuída ao pai, Jair Bolsonaro, declarando apoio à sua pré-candidatura à Presidência da República em 2026. No texto, Bolsonaro chama o filho de 'meu pré-candidato, creio o seu também, meu porta-voz no qual confio' e o define como a 'melhor opção' para livrar o Brasil da corrupção, da violência e do empobrecimento. A carta faz um apelo à união do campo da direita e, segundo Flávio, traz a missão de evitar 'declarações conflitantes' durante a fase de pré-campanha. A divulgação ocorre em meio a tensões internas no Partido Liberal em torno da estratégia eleitoral para 2026 e da definição do nome que herdará o capital político do bolsonarismo. O gesto tenta alinhar a base em torno de um único postulante e conter a dispersão de candidaturas no campo conservador, cenário que a esquerda observa com interesse à medida que se aproxima o calendário eleitoral.
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) leu, em transmissão nas redes sociais no sábado (11), uma carta atribuída ao pai, Jair Bolsonaro, declarando apoio à sua pré-candidatura à Presidência da República em 2026. No texto, Bolsonaro chama o filho de "meu pré-candidato, creio o seu também, meu porta-voz no qual confio" e o define como a "melhor opção" para livrar o Brasil da corrupção, da violência e do empobrecimento.
A carta faz um apelo à união do campo da direita e, segundo Flávio, traz a missão de evitar "declarações conflitantes" durante a fase de pré-campanha. A divulgação ocorre em meio a tensões internas no Partido Liberal em torno da estratégia eleitoral para 2026.
O movimento tenta alinhar a base em torno de um único postulante e conter a dispersão de candidaturas no campo conservador — problema recorrente para uma direita que, dividida, tende a facilitar a vida do adversário no segundo turno.
Resta saber se a carta será suficiente para pacificar as disputas internas e evitar que outros nomes do bolsonarismo reivindiquem, para si, o protagonismo na corrida presidencial de 2026.
Fonte: Poder360.