Confiança do consumidor fica estável em junho, mas piora das expectativas acende alerta, aponta FGV
ICC recua 0,1 ponto, para 88,7; intenção de compra de bens duráveis cai e sinaliza consumidor mais cauteloso para os próximos meses
O Índice de Confiança do Consumidor (ICC), medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV/IBRE), ficou praticamente estável em junho de 2026, ao recuar 0,1 ponto e chegar a 88,7 pontos. Na média móvel trimestral, o indicador avançou 0,2 ponto, para 88,9 pontos, mas segue em patamar considerado baixo. A quase estabilidade esconde movimentos opostos entre seus componentes: o Índice de Expectativas (IE), que capta a percepção sobre o futuro, caiu 0,9 ponto, para 90,4 pontos, enquanto o Índice de Situação Atual (ISA) subiu 0,9 ponto, para 87,0 pontos — o maior nível desde outubro de 2014. Entre os destaques negativos, a intenção de compra de bens duráveis recuou 3,0 pontos, para 80,0, e a expectativa sobre a situação financeira das famílias caiu 1,7 ponto. Já a avaliação sobre as finanças do momento presente teve a quinta alta seguida. Segundo a FGV, a melhora da percepção atual, sustentada por um mercado de trabalho ainda aquecido, contrasta com o pessimismo crescente em relação aos próximos meses, sinal de cautela do consumidor diante dos juros altos e do endividamento das famílias.
O Índice de Confiança do Consumidor (ICC), medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV/IBRE), ficou praticamente estável em junho de 2026, ao recuar 0,1 ponto e chegar a 88,7 pontos. Na média móvel trimestral, o indicador avançou 0,2 ponto, para 88,9 pontos, mas segue em patamar considerado baixo. A quase estabilidade esconde movimentos opostos entre seus componentes: o Índice de Expectativas (IE), que capta a percepção sobre o futuro, caiu 0,9 ponto, para 90,4 pontos, enquanto o Índice de Situação Atual (ISA) subiu 0,9 ponto, para 87,0 pontos — o maior nível desde outubro de 2014.
Entre os destaques negativos, a intenção de compra de bens duráveis recuou 3,0 pontos, para 80,0, e a expectativa sobre a situação financeira das famílias caiu 1,7 ponto. Já a avaliação sobre as finanças do momento presente teve a quinta alta seguida. Segundo a FGV, a melhora da percepção atual, sustentada por um mercado de trabalho ainda aquecido, contrasta com o pessimismo crescente em relação aos próximos meses, sinal de cautela do consumidor diante dos juros altos e do endividamento das famílias.
Fonte: FGV / IBRE.