Paraná · 13 de julho de 2026
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BR Economia ·

Dólar cai à mínima em quase um mês após IPCA fraco e recua perto de 7% no ano

PTAX de fechamento do Banco Central ficou em R$ 5,1088 no dia da divulgação da inflação; real se fortalece com apetite por moedas emergentes.

Redação Voz Conectada ·1 min
Dólar cai à mínima em quase um mês após IPCA fraco e recua perto de 7% no ano
Foto: infomoney.com.br

O dólar recuou no pregão de 10 de julho, dia da divulgação do IPCA, e fechou na menor cotação desde meados de junho. A PTAX de fechamento do Banco Central, referência oficial do câmbio, ficou em R$ 5,1082 na compra e R$ 5,1088 na venda, segundo o boletim das 13h04. A moeda americana à vista caiu cerca de 0,3% no dia, acumulou queda de 1,18% na semana e recua aproximadamente 6,9% no ano. O movimento acompanhou o maior apetite global por moedas de países emergentes e a leitura de inflação abaixo do esperado no Brasil, que reforça a percepção de juros altos por mais tempo — fator que tende a atrair capital para a renda fixa brasileira. Um real mais forte ajuda a conter a inflação de importados e o custo de insumos, mas também pressiona a competitividade dos exportadores, num cenário em que a política comercial americana já ameaça setores produtivos nacionais.

O dólar recuou no pregão de 10 de julho, dia da divulgação do IPCA, e fechou na menor cotação desde meados de junho. A PTAX de fechamento do Banco Central, referência oficial do câmbio, ficou em R$ 5,1082 na compra e R$ 5,1088 na venda, segundo o boletim das 13h04.

A moeda americana à vista caiu cerca de 0,3% no dia, acumulou queda de 1,18% na semana e recua aproximadamente 6,9% no ano. O movimento acompanhou o maior apetite global por moedas de países emergentes e a leitura de inflação abaixo do esperado no Brasil, que reforça a aposta em juros altos por mais tempo.

Um real mais forte tem dois lados. De um lado, ajuda a conter a inflação de produtos importados e o custo de insumos, aliviando o bolso do consumidor. De outro, pressiona a competitividade dos exportadores, que recebem menos reais por cada dólar vendido.

O quadro se soma à ameaça da política comercial americana sobre setores produtivos nacionais, deixando o exportador brasileiro espremido entre o câmbio e o risco de sobretaxas lá fora.

Fonte: InfoMoney (PTAX/Banco Central).

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