Paraná · 10 de julho de 2026
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Copel investe R$ 5 bilhões e amplia hidrelétricas no Iguaçu sem alagar novas áreas

Segredo e Foz do Areia ganham 2,1 GW (+33%) reaproveitando túneis dos anos 1980; obras avançam no Paraná em 2026

Redação Voz Conectada ·1 min
Copel investe R$ 5 bilhões e amplia hidrelétricas no Iguaçu sem alagar novas áreas
Foto: agoraparana.com.br

A Copel deu início, em 2026, à ampliação de suas duas maiores hidrelétricas — Segredo e Foz do Areia, ambas no Rio Iguaçu, no Paraná —, num investimento total de R$ 5 bilhões (R$ 3,6 bilhões em Segredo e R$ 1,3 bilhão em Foz do Areia). As obras vão elevar a capacidade combinada das duas usinas de 2,9 GW para 5 GW, um acréscimo de 2,1 GW, equivalente ao consumo de cerca de 6 milhões de pessoas. Com isso, a capacidade instalada total da companhia salta de 6,2 GW para 8,3 GW — alta de 33%. O diferencial do projeto é ambiental: não há alagamento de novas áreas nem supressão de vegetação, porque serão reaproveitados túneis escavados ainda nos anos 1980 para desviar água às novas turbinas. Em Segredo, a mobilização do canteiro começou em junho; em Foz do Areia, as atividades preparatórias avançam a partir de julho, com o canteiro mobilizado em setembro. No pico das obras, serão quase 2 mil trabalhadores simultâneos. O projeto reforça a geração limpa no Paraná sem os custos socioambientais típicos de novas barragens.

A Copel iniciou em 2026 a ampliação de suas duas maiores hidrelétricas, Segredo e Foz do Areia, ambas no Rio Iguaçu (PR), num investimento de R$ 5 bilhões — R$ 3,6 bilhões em Segredo e R$ 1,3 bilhão em Foz do Areia. A capacidade combinada das usinas subirá de 2,9 GW para 5 GW (mais 2,1 GW, o equivalente ao consumo de 6 milhões de pessoas), elevando o total da companhia de 6,2 GW para 8,3 GW, alta de 33%.

Segundo a estatal paranaense, não haverá alagamento de novas áreas nem supressão de vegetação: serão reaproveitados túneis escavados nos anos 1980 para levar água às novas turbinas. Em Segredo, o canteiro foi mobilizado em junho; em Foz do Areia, os trabalhos preparatórios avançam a partir de julho, com mobilização em setembro. No auge das obras, serão quase 2 mil trabalhadores. É expansão de energia limpa sem os custos socioambientais de novas barragens.

Fonte: Governo do Paraná (AEN) / Copel.

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