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IGP-M tem deflação de 0,50% em junho com recuo de combustíveis e commodities

Índice da FGV acumula alta de 3,27% no ano e de 3,16% em 12 meses; queda dos preços no atacado puxou o resultado negativo

Redação Voz Conectada ·1 min
IGP-M tem deflação de 0,50% em junho com recuo de combustíveis e commodities
Foto: portal.fgv.br

O Índice Geral de Preços–Mercado (IGP-M), calculado pela Fundação Getulio Vargas (FGV), registrou deflação de 0,50% em junho de 2026, após alta de 0,84% em maio. Com o resultado, o indicador acumula avanço de 3,27% no ano e de 3,16% em 12 meses. O chamado 'índice do aluguel' é composto por três medidas: o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), que mede o atacado e caiu 0,97% no mês; o Índice de Preços ao Consumidor (IPC), que subiu 0,47%; e o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC), com alta de 0,85%. Segundo a FGV, a deflação foi puxada pela convergência dos preços de commodities de energia e minerais aos patamares anteriores às tensões geopolíticas, o que derrubou o atacado. No campo, safras positivas reduziram os preços de cana-de-açúcar e café em grão, movimento que se transmitiu ao consumidor via gasolina, etanol e café moído. O recuo do IGP-M tende a aliviar reajustes de contratos de aluguel e de tarifas indexadas ao índice, ainda que a inflação ao consumidor siga pressionada.

O Índice Geral de Preços–Mercado (IGP-M), calculado pela Fundação Getulio Vargas (FGV), registrou deflação de 0,50% em junho de 2026, após alta de 0,84% em maio. Com o resultado, o indicador acumula avanço de 3,27% no ano e de 3,16% em 12 meses. O chamado 'índice do aluguel' é composto por três medidas: o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), que mede o atacado e caiu 0,97% no mês; o Índice de Preços ao Consumidor (IPC), que subiu 0,47%; e o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC), com alta de 0,85%.

Segundo a FGV, a deflação foi puxada pela convergência dos preços de commodities de energia e minerais aos patamares anteriores às tensões geopolíticas, o que derrubou o atacado. No campo, safras positivas reduziram os preços de cana-de-açúcar e café em grão, movimento que se transmitiu ao consumidor via gasolina, etanol e café moído. O recuo do IGP-M tende a aliviar reajustes de contratos de aluguel e de tarifas indexadas ao índice, ainda que a inflação ao consumidor siga pressionada.

Fonte: FGV / IBRE.

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