Paraná · 25 de julho de 2026
Curitiba 19°C Londrina 21°C Maringá 22°C Cascavel 20°C Foz do Iguaçu 23°C
Voz Conectada
Voltar
BR Justiça ·
Coluna de Opinião

STJ toma decisão sobre novo pedido de liberdade para Deolane

Em decisão unânime, os ministros da Quinta Turma entenderam que o STJ não deveria se sobrepor ao Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP), que a manteve presa.

Edilson Neves ·2 min
STJ toma decisão sobre novo pedido de liberdade para Deolane
Foto: STJ (Superior Tribunal de Justiça) — Wikimedia Commons (CC BY 4.0)

Em decisão unânime, os ministros da Quinta Turma entenderam que o STJ não deveria se sobrepor ao Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP), que a manteve presa.

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) negou, nesta terça-feira (9), um novo pedido de liberdade impetrado pela defesa da influenciadora Deolane Bezerra, presa por suposto envolvimento com o PCC.  Em decisão unânime, os ministros da Quinta Turma entenderam que o STJ não deveria se sobrepor ao Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP), que a manteve presa. 
Na avaliação dos quatro ministros da turma, como o TJ-SP ainda não apreciou o mérito do pedido que manteve a prisão de Deolane — que também é advogada e alegou ter sido detida no exercício de suas funções —, uma decisão favorável do STJ neste momento representaria uma supressão de instância (uma "antecipação" indevida de pronunciamento). O STJ pediu ainda que o TJ-SP seja "célere" na análise.
Em nota emitida após o resultado, o advogado Aury Lopes reiterou que Deolane não precisaria ser mantida presa, classificando a medida como "ilegal" e "desnecessária". Ele afirmou, ainda, que provará que sua cliente não integra nenhuma organização criminosa e nem cometeu crimes.A prisão da influenciadora Deolane Bezerra por suposta associação com a facção criminosa PCC e lavagem de dinheiro, fez ressurgir nas redes sociais imagens em que ela aparece ao lado de Lula.
O entendimento do colegiado foi de que persistem os fundamentos que justificam a segregação cautelar, como a garantia da ordem pública e a conveniência da instrução criminal. A defesa argumentou ausência de requisitos para a prisão, mas o STJ considerou que as provas colhidas indicam a necessidade de manutenção da custódia para evitar a reiteração delitiva. O caso segue em tramitação na Justiça.

Relacionados

Defesa de Bolsonaro recorre ao STF contra proibição de visitas políticas e de divulgar manifestos
BR
Justiça

Defesa de Bolsonaro recorre ao STF contra proibição de visitas políticas e de divulgar manifestos

A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro protocolou nesta sexta-feira (24) agravo regimental no Supremo Tribunal Federal contra a decisão do ministro Alexandre de Moraes que proibiu visitas com finalidade político-eleitoral até o fim das eleições de 2026 e a divulgação de manifestos, inclusive por meio de terceiros. Os advogados pedem que Moraes reconsidere a decisão e, caso ele mantenha o entendimento, que o recurso seja analisado pela Primeira Turma do STF.

Redação Voz Conectada ·há 11 horas
STF marca para 5 de agosto julgamento que pode descriminalizar a exploração de jogos de azar
BR
Justiça

STF marca para 5 de agosto julgamento que pode descriminalizar a exploração de jogos de azar

O Supremo Tribunal Federal marcou para 5 de agosto o julgamento do Recurso Extraordinário 966.177, com repercussão geral reconhecida (Tema 924), que discute se o artigo 50 do Decreto-Lei 3.688/1941, a Lei das Contravenções Penais, ainda é compatível com a Constituição de 1988 ao proibir a exploração de jogos de azar. O caso é relatado pelo ministro Luiz Fux e consta dos destaques da pauta de agosto do plenário divulgados pela Corte.

Redação Voz Conectada ·há 11 horas
TJDFT manda Blaze e Virgínia identificarem publicidade de apostas em vídeos de rotina
BR
Justiça

TJDFT manda Blaze e Virgínia identificarem publicidade de apostas em vídeos de rotina

O Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios determinou que a plataforma de apostas Blaze e a influenciadora contratada para divulgá-la identifiquem de forma clara toda publicidade veiculada nas redes. A decisão, divulgada nesta quarta-feira (22), atendeu parcialmente a um agravo do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) e fixou multa de R$ 100 mil por descumprimento comprovado, limitada a R$ 2 milhões.

Redação Voz Conectada ·há 2 dias