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Economia
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Ibovespa recua a 172 mil pontos e dólar sobe a R$ 5,15 nesta terça
O Ibovespa fechou o pregão de 7 de julho de 2026 em queda de 0,25%, aos 172.020,68 pontos, acompanhando o desempenho negativo de Wall Street, onde a Nasdaq recuou 1,16%. O dólar à vista subiu 0,41%, cotado a R$ 5,1528, embora ainda acumule desvalorização de cerca de 6% no ano. O principal peso negativo veio da Vale, que caiu 2,04% em meio à queda dos futuros do minério de ferro na China.
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IGP-DI tem deflação de 0,79% em junho puxada pela queda das commodities
O Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI) registrou deflação de 0,79% em junho de 2026, segundo dados divulgados pela Fundação Getulio Vargas (FGV) em 7 de julho. O resultado reverte a alta de 0,87% apurada em maio e veio abaixo da mediana das projeções, que apontavam queda de 0,60%. O recuo foi determinado quase inteiramente pelo Índice de Preços ao Produtor (IPA), que caiu 1,36%, pressionado pela retração de commodities minerais e agrícolas no atacado.
BR
Conta de luz segue mais cara em julho: Aneel mantém bandeira amarela pelo 3º mês seguido
A Aneel manteve a bandeira tarifária amarela para as contas de luz de julho de 2026, com acréscimo de cerca de R$ 1,88 a cada 100 kWh consumidos. É o terceiro mês consecutivo sob a bandeira amarela, reflexo dos níveis mais baixos dos reservatórios das hidrelétricas, que obrigam o país a acionar usinas termelétricas de custo mais elevado.
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Impostômetro atinge R$ 2 trilhões antes do meio do ano; carga tributária foi de 32,4% do PIB em 2025
O Impostômetro, da Associação Comercial de São Paulo, registrou R$ 2 trilhões em tributos pagos no Brasil antes do fim do primeiro semestre de 2026 — mais cedo do que em 2025, quando a marca foi atingida em 3 de julho.
BR
Receita Federal passa a publicar lista de devedores contumazes
A Receita Federal passou a divulgar a lista de devedores contumazes — empresas e pessoas que deixam de recolher tributos de forma reiterada e deliberada. A medida, que começa a valer nesta quinta-feira (25), busca dar transparência e combater a concorrência desleal provocada por quem transforma a sonegação em modelo de negócio.
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Ibovespa volta aos 171 mil pontos e dólar sobe a R$ 5,18 após a ata do Copom
O principal índice da Bolsa brasileira reverteu a queda inicial e operava em alta após o mercado digerir a ata do Copom, enquanto o dólar ganhava força ante o real nesta terça-feira.
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Ata do Copom revê inflação de 2026 para 5,2% e sinaliza juros altos por mais tempo
O Banco Central elevou a projeção de inflação de 2026 para 5,2%, acima do teto da meta, e afirmou que o quadro exige juros elevados por um período mais longo do que o usual.
BR
PIB do Brasil cresce 1,1% no 1º trimestre e chega a R$ 3,3 trilhões, aponta o IBGE
A economia brasileira cresceu 1,1% no primeiro trimestre de 2026 frente aos três meses anteriores, na série com ajuste sazonal, segundo dados divulgados pelo IBGE, com o Produto Interno Bruto somando R$ 3,3 trilhões em valores correntes.
BR
EUA propõem tarifa de 25% sobre produtos brasileiros e acendem alerta nas exportações
O Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR) concluiu uma investigação contra o Brasil e propôs uma tarifa de 25% sobre parte das exportações brasileiras ao mercado americano, em medida que ainda passará por consulta pública antes de entrar em vigor.
BR
Ibovespa fecha de lado e dólar recua a R$ 5,14 com o Oriente Médio no radar
O Ibovespa fechou praticamente de lado nesta sexta-feira (19), com variação de +0,03%, aos 168.333,61 pontos, enquanto o dólar à vista recuava 0,35%, cotado a R$ 5,14 na venda, em pregão dominado pelo noticiário do Oriente Médio.
BR
Receita pagará lote especial de restituição automática do IR em 15 de julho
A Receita Federal vai pagar em 15 de julho um lote especial de restituição automática do Imposto de Renda, voltado a contribuintes que tiveram imposto retido em 2024 mas não eram obrigados a declarar.
Paraná
Copom corta a Selic para 14,25% ao ano no terceiro recuo seguido
O Comitê de Política Monetária reduziu a taxa Selic de 14,50% para 14,25% ao ano, no terceiro corte consecutivo. O comunicado citou a incerteza do conflito no Oriente Médio e não sinalizou o próximo passo.